Os 40 aprovados no processo seletivo 2026 iniciaram a trajetória no bacharelado em Ciência e Tecnologia na última segunda-feira, 2 de março. A data marcou também o início do ano letivo na Ilum Escola de Ciência, com a presença dos estudantes das turmas do segundo e do terceiro ano.
Os calouros foram recepcionados pelo diretor da Escola, Adalberto Fazzio, e pela coordenadora de Apoio e Permanência Estudantil, Ivia Minelli. “Esta é a quinta turma que recepcionamos na Ilum desde a sua criação. Estamos muito animados, pois temos uma importante diversidade, com estudantes de todas as regiões do país e uma igualdade de gênero que sempre foi marca da Escola. O ano de 2026 ainda vai reservar outras conquistas relevantes para a instituição, o que significa que temos muito trabalho pela frente”, afirmou Fazzio.
No período da manhã, os ingressantes receberam informações sobre o modelo de ensino da Ilum, a rotina acadêmica, as normas gerais e orientações técnicas. Na semana anterior ao início das aulas, os estudantes já haviam sido acolhidos pela Escola para acomodação nas moradias e recebimento dos primeiros materiais para a jornada acadêmica.
Natural de João Pessoa (PB), Jéssika Ferreira da Nóbrega morava com a família em Brasília antes de ingressar na Ilum. Ela chegou a Campinas cinco dias antes do início das aulas, amparada por informações de egressos e estudantes da Escola. “Nós já viemos com muitas expectativas, porque a Ilum e o CNPEM carregam um nome, mas tudo é ainda melhor, se é que isso é possível. Principalmente a espectroscopia, pela qual sou encantada, é de encher os olhos. É mágico encontrar pessoas que vivem a ciência da mesma maneira que espero vivenciar”, contou.
No período da tarde, os estudantes do primeiro semestre tiveram o primeiro contato com os veteranos, que organizaram diferentes atividades de integração, como a adoção simbólica de calouros, com o objetivo de facilitar a adaptação aos ambientes acadêmicos, à cidade de Campinas e à região onde passarão a circular a partir deste novo ciclo.
A juventude é uma marca da turma aprovada no processo seletivo 2026: a média de idade é de aproximadamente 18 anos e três meses. Outro destaque é a diversidade do grupo, composto por estudantes das cinco regiões do Brasil.
Entre os 40 ingressantes está Carlos Gabriel de Oliveira Campos, que percorreu cerca de 3.300 quilômetros de Boa Vista (RR) até Campinas para iniciar o ano acadêmico na Ilum. Oriundo de escola pública, esta é sua primeira vez na cidade. Ele destaca os diferenciais da Escola como motivação para sua escolha: “Além da própria estrutura, com acesso ao CNPEM e outros aspectos que diferenciam a Ilum de outras instituições do Brasil, o corpo docente altamente especializado demonstra a capacidade dos professores. A interdisciplinaridade e a área de Humanidades ajudam a contextualizar o mundo em que vivemos, além dos auxílios, que facilitam a permanência e o foco nos estudos”, explicou.
Na primeira semana de aulas, os estudantes também passam a ter acesso ao campus do CNPEM e a toda a infraestrutura que utilizarão desde o primeiro semestre do curso. Boa sorte aos calouros! Que seja uma jornada repleta de conhecimento.
Sobre a Ilum Escola de Ciência
A Ilum é uma escola de Ensino Superior gratuita, que emprega uma abordagem interdisciplinar para a formação de cientistas e profissionais em Ciência e Tecnologia. Com um modelo educacional inovador, o bacharelado de três anos oferece aulas em tempo integral, conectando Ciências da Vida, Ciências da Matéria, Ciência de Dados, Inteligência Artificial e Humanidades para formar pesquisadores aptos a atuar de forma ética e colaborativa na busca por soluções às questões globais do século XXI. A Ilum é financiada pelo Ministério da Educação (MEC) e integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), uma organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Sua proposta de ensino oferece contato precoce com atividades experimentais, seja nos laboratórios didáticos da Ilum ou no CNPEM, em projetos desenvolvidos junto aos pesquisadores.
Sobre o CNPEM
O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) abriga um ambiente científico de fronteira, multiusuário e multidisciplinar, com ações em diferentes frentes do Sistema Nacional de CT&I. Organização Social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o CNPEM é impulsionado por pesquisas que impactam as áreas de saúde, energia, materiais renováveis e sustentabilidade. Responsável pelo Sirius, maior equipamento científico já construído no País. O CNPEM hoje desenvolve o projeto Orion, complexo laboratorial para pesquisas avançadas em patógenos. Equipes altamente especializadas em ciência e engenharia, infraestruturas sofisticadas abertas à comunidade científica, linhas estratégicas de investigação, projetos inovadores com o setor produtivo e formação de pesquisadores e estudantes compõem os pilares da atuação deste centro único no País, capaz de atuar como ponte entre conhecimento e inovação. As atividades de pesquisa e desenvolvimento do CNPEM são realizadas por seus Laboratórios Nacionais de: Luz Síncrotron (LNLS), Biociências (LNBio), Nanotecnologia (LNNano) e Biorrenováveis (LNBR), além de sua unidade de Tecnologia (DAT) e da Ilum Escola de Ciência, curso de bacharelado em Ciência e Tecnologia, com apoio do Ministério da Educação (MEC).






