Leonardo Barchini conheceu laboratórios, conversou com estudantes e afirmou que a integração entre teoria e prática faz da Escola de Ciência uma referência para o ensino superior do país
A visita do ministro da Educação, Leonardo Barchini, à Ilum Escola de Ciência reforçou o reconhecimento do modelo inovador de formação interdisciplinar da instituição, vinculada ao CNPEM, Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais. Durante a passagem pela Escola, o ministro conheceu laboratórios, conversou com docentes e estudantes e destacou a integração entre teoria e prática como um diferencial da graduação.
Segundo Barchini, a proposta pedagógica da Ilum já inspira outras iniciativas educacionais no país. “É um verdadeiro modelo que já serviu para outras escolas a partir da Ilum. Essa formação aliando teoria à prática é algo em que os estudantes só têm a ganhar”, afirmou o ministro durante entrevista concedida ao final da visita.
Acompanhado por integrantes do Ministério da Educação, entre eles o secretário de Educação Superior, Marcus Vinícius David, o ministro percorreu diferentes espaços da Escola ao longo da tarde. A programação incluiu apresentações sobre a proposta pedagógica da Ilum, visitas aos laboratórios de Ciências da Vida, Espectroscopia e Microscopia de Força Atômica, além de encontros com professores e estudantes de diferentes turmas do bacharelado em Ciência e Tecnologia.
Um dos pontos altos da visita foi justamente a interação direta com os alunos. Ao conversar com estudantes de diferentes regiões do país, Barchini ressaltou o entusiasmo e o comprometimento dos jovens com a formação científica. “O que mais chama atenção é o entusiasmo dos estudantes. Muitos estão longe de casa pela primeira vez, mas dizem que vale muito a pena pela qualidade do ensino, pelo que estão aprendendo aqui e pelas perspectivas para o futuro”, destacou.
Durante a passagem pela Ilum, o ministro também conheceu projetos desenvolvidos pelos estudantes e acompanhou demonstrações práticas conduzidas pelos próprios alunos nos laboratórios da Escola. A visita teve como principal objetivo compreender de perto o funcionamento do modelo interdisciplinar da graduação, que combina atividades práticas, desenvolvimento de projetos e formação científica ampla.
Barchini destacou ainda a relevância dos bacharelados interdisciplinares para a formação científica no Brasil. “A ideia é que a gente faça essa formação mais generalista, que prepare os estudantes para a pós-graduação, algo que para nós é muito importante”, afirmou.

Criada para oferecer formação superior gratuita e de excelência em Ciência e Tecnologia, a Ilum tem como diferencial a forte integração com a infraestrutura científica do CNPEM, permitindo que os estudantes tenham contato direto com equipamentos de ponta e atividades de pesquisa desde os primeiros anos da graduação.
Sobre a Ilum Escola de Ciência
A Ilum é uma escola de Ensino Superior gratuita, que emprega uma abordagem interdisciplinar para a formação de cientistas e profissionais em Ciência e Tecnologia. Com um modelo educacional inovador, o bacharelado de três anos oferece aulas em tempo integral, conectando Ciências da Vida, Ciências da Matéria, Ciência de Dados, Inteligência Artificial e Humanidades para formar pesquisadores aptos a atuar de forma ética e colaborativa na busca por soluções às questões globais do século XXI. A Ilum é financiada pelo Ministério da Educação (MEC) e integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), uma organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Sua proposta de ensino oferece contato precoce com atividades experimentais, seja nos laboratórios didáticos da Ilum ou no CNPEM, em projetos desenvolvidos junto aos pesquisadores.
Sobre o CNPEM
O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) abriga um ambiente científico de fronteira, multiusuário e multidisciplinar, com ações em diferentes frentes do Sistema Nacional de CT&I. Organização Social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o CNPEM é impulsionado por pesquisas que impactam as áreas de saúde, energia, materiais renováveis e sustentabilidade. Responsável pelo Sirius, maior equipamento científico já construído no País, o CNPEM hoje desenvolve o projeto Orion, complexo laboratorial para pesquisas avançadas em patógenos. Equipes altamente especializadas em ciência e engenharia, infraestruturas sofisticadas abertas à comunidade científica, linhas estratégicas de investigação, projetos inovadores com o setor produtivo e formação de pesquisadores e estudantes compõem os pilares da atuação deste centro único no País, capaz de atuar como ponte entre conhecimento e inovação. As atividades de pesquisa e desenvolvimento do CNPEM são realizadas por seus Laboratórios Nacionais de: Luz Síncrotron (LNLS), Biociências (LNBio), Nanotecnologia (LNNano) e Biorrenováveis (LNBR), além de sua unidade de Tecnologia (DAT) e da Ilum Escola de Ciência, curso de bacharelado em Ciência e Tecnologia, com apoio do Ministério da Educação (MEC).






